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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

FESTA DE SÃO SEBASTIÃO EM UBATUBA

Praia Grande do Bonete celebra 168 anos de devoção a São Sebastião  

Praia Grande do Bonete celebra 168 anos de devoção a São Sebastião  
No dia 23 de janeiro a comunidade da praia Grande do Bonete, situada na região sul de Ubatuba, estará em festa celebrando seu padroeiro São Sebastião.
Esse ano serão 168 edições já realizadas, a festividade é uma das antigas que se tem registro no municipio e terá diversas atrações musicais e culturais para o público.
A festa é organizada pela Associação Catifó, que reúne os moradores caiçaras da comunidade e pelo terceiro ano consecutivo a Prefeitura de Ubatuba por meio da Secretaria de Turismo e Comtur apoia a festa.
A comunidade faz parte do programa de Turismo de Base Comunitária da Secretaria de Turismo, que promove e fomenta o turismo em comunidades tradicionais de Ubatuba, visitar a festa é uma oportunidade de conhecer a cultura caiçara e se divertir em uma das mais belas praias da cidade.
Em sua 168ª edição, a programação vem recheada de atrações para todos os gostos, a corrida de canoa caiçara que abre o calendário de corridas de canoa em 2016 esse ano será realizada na parte da manhã, no inicio da tarde a banda Praieira convida o público a dançar muito forró na areia da praia.
O projeto Tamar promoverá uma soltura de tartaruga e a Runner SP-Assessoria Esportiva, organizadora da prova Desafio das 28 Praias, promoverá uma corrida de areia para crianças com idade até 10 anos.
A festa segue até a noite com o encerramento da Novena e Cantoria de Reis,  fechando a noite o tradicional tablado será o palco de muita música com o grupo Sambonete trazendo sucessos da mpb.
Como Chegar
A praia Grande do Bonete está situada na região da Lagoinha e o acesso se faz por trilha ou via mar, ambas opções saindo a partir da praia da Lagoinha. Por trilha, recomenda-se a contratação de um guia de turismo para o seu passeio ficar mais rico e divertido. Já o traslado via mar é feito pelos barqueiros do Bonete. A viagem leva em média 15 minutos e custa R$ 50,00.
Confira a programação:
13:00 – Banda Praieira
15:00 – Soltura de Tartaruga com o Projeto Tamar
16:00 – 2ª Corrida Kids na Areia
17:00 – 14ª Corrida de Canoa Caiçara do Bonete
Categorias
1 remo masculino
2 remos masculino
2 remos feminino
20:00 – Encerramento da Novena
21:00 –  Cantoria de Reis
21:00 – Grupo Sambonete
A festa é realizada pela Associação Catifó em conjunto com a Prefeitura de Ubatuba, por meio da Secretaria de Turismo e Comtur, apoio do Projeto Tamar, Runner SP-Assessoria Esportiva, Marcenaria Portes, Barcoiris e Pirajicas Bar.
Serviços
Barqueiros do Bonete: Miro (12) 9 9714 2424
Refeição: Xixicos Bar (12) 3848  1764 agende seu almoço com a Lourdes

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A CONSCIÊNCIA TEM QUE VIR DE TODOS.

Semana da Consciência Negra em Ubatuba tem debates e atividades culturais

Semana da Consciência Negra em Ubatuba tem debates e atividades culturais
Programação coloca em pauta a luta contra o preconceito e pela garantia do respeito à população negra.
Como parte das atividades em torno ao 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a Fundação de Arte e Cultura (Fundart) de Ubatuba promove o evento “Negro de Todas as Cores”, que acontecerá entre os dias 19 e 22 de novembro, no Sobradão do Porto (Praça Anchieta, 38 – Centro).
As atividades buscam fortalecer as manifestações culturais afro-brasileiras e colocar em pauta o debate e a luta contra o preconceito e pela garantia do respeito à população negra. A programação inclui rodas de conversa, oficinas, apresentações culturais e uma exposição que ficará disponível para visitação até o dia 3 de dezembro.
PROGRAMAÇÃO: 
19/11 – quinta-feira
  • 19h Coro da Lira
  • 19h15 Exibição do documentário “Intolerâncias da Fé” – link do teaser (chamada com trechos do vídeo): https://goo.gl/pTyS8W
  • 19h30 : Abertura de exposição “Afeto”, de Roger Cipó
  • 20h00: Roda de conversa sobre “Respeito e igualdade: a manifestação do sagrado na cultura afro-brasileira e a luta no combate à intolerância religiosa”
20/11 – sexta-feira
  • 18h Roda de capoeira e homenagens
  • 19h Samba de roda
  • 20h Abertura da exposição comemorativa
  • 20h30 Concurso “A Mais Bela Negra”
  • 21h30 Roda de Samba
21/11 – sábado
  • 12h Feijoada do Benê (convites à venda por 15 reais)
  • 13h Atrações culturais durante a feijoada
  • 19h Afoxé Ilú Omi Obatalá
  • 20h Grupo de jongo “Ô de casa”
  • 21h Maracatu Itaomi
  • 22h Maracatu Baque do Vale
22/11- domingo
  • 19h Grupos de capoeira
  • 20h Lenin Terra
  • 21h João Terra
Informações na Fundação de Arte e Cultura, 12 3833700 ou 3833 7001

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A NOSSA FUNDART

O que é a FundArt



A Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba – FundArt é pioneira no Litoral Norte, com mais de 25 anos de atuação no campo da cultura. Tem por finalidade planejar e executar a política cultural do Município de Ubatuba por meio da execução de programas, projetos e atividades que visem ao desenvolvimento cultural.
A FundArt, por meio de suas atividades culturais, realiza uma programação variada que abrange as diversas áreas e linguagens artístico-culturais. São exposições, apresentações artísticas, concursos, exibições, lançamentos, consultas a acervos, além de atividades formativas, como palestras, seminários, cursos e oficinas.
Criada pela Lei Municipal nº 893 de 25 de novembro de 1987, a FundArt, fundação pública de personalidade jurídica privada, é administrada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Deliberativo.Sob sua responsabilidade estão a administração e manutenção do Sobradão do Porto, das Ruínas da Lagoinha, do Museu Histórico “Washington de Oliveira”, da Biblioteca Municipal “Ateneu Ubatubense”, do Memorial Ciccillo Matarazzo e do Antigo Fórum – atual sede da Fundação.


Implementar políticas públicas visando a preservação do patrimônio cultural, no estímulo à produção artística, democratizando o acesso aos bens culturais para toda a população de Ubatuba.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

UMA MULHER DE RAÇA


  Thereza Santos entre armas e kizombas

Pegar em armas de fogo, no Continente Africano, durante a guerrilha em Guiné-Bissau, é a primeira coisa que os amigos lembram ao falar da atriz, dramaturga, publicitária, filósofa, educadora, escritora, ativista e carnavalesca

Oswaldo Faustino
Foto: Arquivo Pessoal
Thereza não fugia à luta
A grande arma de Thereza sempre foi a mais eficaz de todas. Aquela que tanto serve para destruir, como para construir: a palavra. E ela a dominava muitíssimo bem. Muitas vezes aos berros - com aquela voz que o tempo e os cigarros foram deixando cada vez mais rouca - a metralhar palavrões e impondo suas ideias.
Poucos sabem que, no batismo, recebeu o nome de Jaci dos Santos. Jaci, a Lua na língua tupi e, como tal, vivenciava intensamente a noite do Rio e, depois, a paulistana, onde tudo se debatia e se criava, fosse no campo das artes, da cultura ou da política. Mas seja onde fosse, Thereza, nome artístico que adotou para a vida e para a militância, em tempos de guerra ou de paz, se destacava pelas frenéticas realizações e pela intensidade de sua presença.
A Lua negra
Carioca, seu primeiro berro foi ouvido na então capital federal, em 1930, no mesmo ano em que um golpe de estado levou o gaúcho Getúlio Vargas ao poder para, em seguida, implantar sua ditadura. Quinze anos depois, Thereza estreava no cinema, no filme O Cortiço, de Luiz de Barros. Depois de quatro anos, lá estava ela, também, em Orfeu Negro, de Marcel Camus, o único filme brasileiro a conquistar o Oscar de melhor filme estrangeiro. Participou do Teatro Experimental do Negro e sua voz, então forte, ecoou em espetáculos como A Escada, de Jorge Andrade, A Filha da Besta Torta do Pageu e Viva o Cordão Encarnado, ambas de Luiz Marinho; além da emblemática Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, com músicas de Chico Buarque de Hollanda, entre outras. As crianças de minha infância, que tiveram acesso à televisão, ainda em preto e branco, nos anos de 1960 e 1970, acostumaram-se a ver aquela atriz negra em novelas da TV Tupi, como Nino, o Italianinho, A Fábrica e na primeira versão de Mulheres de Areia.
Naquele período de ditadura militar, a inconformada Thereza Santos, comunista de carteirinha, não se acomodava nos papéis subalternos que a televisão lhe destinava. Precisava protagonizar. Por isso escreveu e dirigiu, em 1973, com o intelectual Eduardo Oliveira, a peça E agora... falamos nós, que estreou no teatro do Masp, com um elenco exclusivamente de atores e atrizes negras. Quando o personagem era caucasiano, surgia no palco com a face pintada de branco, numa referência ao Blackface norte-americano. Aqueles anos de chumbo levaram muitos de nossos intelectuais ao exílio. Alguns foram para a União Soviética e para a Europa; outros para o Chile de Allende ou para a Cuba de Fidel. Libertada, após uma detenção por questões ideológicas, em 1977, preferiu partir para a África, nos conturbados períodos de guerrilhas no pós-libertação de Guiné-Bissau e Cabo Verde. Depois, mudou-se para Angola e atuou nas áreas de educação e cultura, ao lado de seu amigo José Eduardo dos Santos, que, desde 1979, é presidente daquele país. Na volta ao Brasil, dirigiu vários espetáculos, entre eles, o musical Ongira, Grito Africano, de Estevão Maya Maya e Antônio de Pádua.
Carnavais e política cultural
O grande palco para Thereza Santos, porém, era a passarela dos cordões e escolas de samba. Mangueirense, em sua mudança para São Paulo, criou e desenvolveu enredos, sempre baseados na história e na cultura afro-brasileiras para várias agremiações, principalmente a Camisa Verde e Branco e a Unidos do Peruche. Nos tempos em que o carnaval não era exclusividade de Rede Globo, seus comentários contundentes tornaram-se a marca registrada das transmissões dos desfiles, pela Rede Bandeirantes e pelas TVs Gazeta e Cultura.
Era brigadora por natureza. Organizou o Coletivo de Mulheres Negras e, inconformada com a ausência de negras no Conselho Estadual da Condição Feminina, infernizou tanto o governo que foi nomeada conselheira.
Por suas atividades nas escolas de samba e em seu grupo Negro, Arte e Cultura, o ator e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, então secretário da Cultura da cidade de São Paulo, a convidou para assessorá-lo no desenvolvimento de políticas culturais para nossa gente. Dali, ela seguiu para a esfera estadual. Como assessora de cultura afro-brasileira da Secretaria de Estado da Cultura do Estado de São Paulo, de 1986 a 2002, ajudou a implantar o Projeto Negro Consciência e Liberdade, do qual faziam parte o Perfil da Literatura Negra, o Encontro Internacional de Música Negra e o Kizomba, um festival anual multimídia que enegrecia a cidade de São Paulo.
Candidatou-se algumas vezes à vereadora e deputada estadual, mas nunca conseguiu se eleger. Talvez pela autenticidade que, muitas vezes, assustava aqueles que esperam dos políticos em campanha uma docilidade que não lhe era própria. Thereza não sabia fingir. É o que se percebe em sua autobiografia Malunga Thereza Santos - A História da Vida de uma Guerreira, publicada em 2008, pela Editora da UFSCar. Não faltaram homenagens, ao longo de sua vida, como o Prêmio Espelho D'água, do Projeto Oxum Rio Ijexá de Mãe Iva d'Oxum, que recebeu em 30 de novembro de 2012, menos de 20 dias antes de seguir para o Orum.
Veja também
Beatriz Nascimento: nem que me custe a vida...
Lélia Gonzales: feminista, sim, mas negra!
Fonte Revista Raça

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A NOSSA CULTURA CAIÇARA

ESPECIAL CAIÇARADA – A Cultura Caiçara pelos Olhos de Domingos dos Santos

Post 3 de 27
Para homenagear a cultura caiçara neste mês de agosto, já em preparação para a Caiçarada, a FundArt preparou uma série de vídeos especiais.

Domingos-Featured-Image
Todas as semanas, até a abertura da Caiçarada no dia 30 de Agosto, a Fundação Cultural de Ubatuba publicará uma entrevista com um conhecedor da cultura caiçara. Serão cinco perguntas, onde nossos convidados terão a chance de expressar o que representa a cultura tradicional do município do ponto de vista deles.

O primeiro da nossa lista é o mestre e poeta Domingos dos Santos, nascido em Ubatuba em 1963.
Encontramos Domingos na baía de Itaguá, com o mar como cenário. Lá, batemos um papo sobre a cultura caiçara, a juventude e o evento que se aproxima.
Domingos dos Santos, que já escreveu dois livros de poesia, mas diz não gostar de se entitular um poeta, contou que nasceu em Maranduba, onde ficou até os 4 anos. Depois, mudou para a praia da Fortaleza, de onde guarda a maior parte de suas lembranças.
Chegou a morar seis anos na capital paulista, na época em que cursou geografia na Universidade de São Paulo – USP. Hoje, é professor de ensino médio, onde diz que ensina, mas também aprende diariamente.
Nos contou que até os doze anos, vivia da pesca e da roça junto com a família, e que foi da convivência com o avô, que criou gosto pelo modo caiçara de vida.
Quando perguntamos se um dia ele sairia de Ubatuba, disse que “só se fosse obrigado”.
Aqui você confere uma seleção de poesias de Domingos dos Santos, do livro Peixe-Palavra.
Cachoeira do céu
Na casa de meu avô
quem sempre nos deu
a água de beber
é uma cachoeirinha
que brota de uma grota
entre pedras, raízes e caetês,
que alimenta um córrego
de guarus, cobras d’água e pitus.
Uma queda d’água tão bonitinha,
com um rumorejar tão baixinho,
parecendo que foi feita por Deus,
quando ainda era menino.
Recordação
Eu me lembro
de uma cozinha
com mesa e bancos
pra reunir a família,
pra contar histórias,
pra jogar dominó,
pra bebericar um café
feito no fogão a lenha
e as telhas,
e os caibros,
e as ripas,
e as lembranças,
cheios de picumã.

O meio natural
Chapéu de fibra de bananeira,
balaio de cipó timbopeva,
barquinho de caixeta,
covo de taquara,
esteira de taboa,
corda da entrecasca da embaúba,
canoa de timbuíba,
casa de pau-a-pique,
teto de sapé,
fogo de tacuruba,
flechas da haste do ubá,
ubá de Ubatuba.

sexta-feira, 2 de março de 2012

NÃO SEI O QUE HÁ MAS NÃO VEJO NENHUMA ATRAÇÃO CULTURAL EM UBATUBA O QUE ACONTECE ?


Confira as atrações da Agenda Cultural deste fim de semana
Tem programação variada para toda as idades, confira!
Em Lorena e Caraguatatuba:

Vocês lembram daquela história que fala da vida de um moleiro que tinha três bens: um moinho, um burro e um gato? O gato de botas, com os atores Chris Penna e Andrea Veiga vai estar hoje (02) a noite no teatro São Joaquim de Lorena. E amanhã no teatro Mário Covas de Caraguatatuba. Ingressos antecipados custam 40 reais. A classificação é livre.

Em São José dos Campos:
O musical "O fantasma da Máscara", uma adaptação do " O Fantasma da Ópera", está em cartaz no Teatro Colinas de São José dos Campos com a atriz Lissah Martins, ex-integrante do grupo Rougee, e direção de Rosi Campos. Sábado e domingo, às 16h. Ingressos custando 40 reais ou, para estudantes, 20 reais. A classificação é livre.

Já para os grandinhos a história é de um homem e uma mulher que se conhecem na sala de espera de um consultório de psicanalista.

Ela independente e extrovertida, e ele tímido e inseguro. Quanta coisa pode acontecer, né? È a peça “Caso Sério”, que está em cartaz de sexta a domingo no Teatro Colinas, com ingressos a 40 reais. Classificação 12 anos.

A dona de uma voz potente chega a São José para apresentar o show "Para o mundo ouvir".
A cantora paulistana Fernanda Santos interpreta canções inéditas de compositores da região. É hoje (02), a partir das 19h30, no Sesc, com entrada franca e classificação livre.

E estréia nesse fim de semana mais um filme brasileiro muito bem humorado. Billi Pig conta a história de uma aspirante a atriz, seu marido, um corretor de seguros falido, e um falso padre, que juntos fazem de tudo para se dar bem da vida. Tem também um porquinho, que fala, é o grande conselheiro de Marivalda. Grazi Massafera, Selton Mello, Milton Gonçalves e grande elenco nessa sexta-feira nos cinemas.

Em São Sebastião:

Em São Sebastião uma comédia com o ator Raul Gazolla. Uma crônica bem humorada sobre o stress dessa nossa vida contemporânea. Única apresentação no Teatro Municipal, nesse sábado, às 21h, com ingressos a 50 reais. Classificação 12 anos.

Em Cunha:

Para quem quiser curtir a natureza o Parque Estadual Serra do Mar recebe a exposição "Panorama Cunha", com peças de cerâmica, instrumentos musicais, além de bebidas e doces produzidos na estância de Cunha. O parque fica no km 20 da Estrada Municipal do Paraibuna. Aberto das 8h às 17h, de graça para toda família.

Faça a sua sugestão cultural pelo email agenda@vanguarda.tv. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SERÁ QUE VAI TER HISTÓRIA DE PESCADOR ?



Sábados de janeiro terão evento de contação de histórias em Ubatuba



Nos dias 7, 14, 21 e 28 de janeiro, a Fundart promove o evento “Férias com Histórias” – Lendas e Causos de Ubatuba – com a professora Mariza Taguada. Trata-se de um evento que tem o objetivo de divulgar as manifestações da cultura ubatubense e oferecer entretenimento, tanto para pessoas da própria cidade, como também para os visitantes.

A professora Mariza Taguada desenvolve o trabalho de Contação de História em Oficina da Fundart, junto à Rede Municipal de Ensino, e se apresenta em eventos promovidos pela Fundação.

O “Férias com Histórias” acontecerá todos os sábados de janeiro, sempre a partir das 18 horas, no Auditório do Sobradão do Porto, na Praça Anchieta, 38 – Centro. Informações na Fundart pelos telefones (12) 3833-7000/7001. O ingresso é de R$5,00.