segunda-feira, 12 de agosto de 2013

LADRÕES DO BEM.

Posted: 11 Aug 2013 08:32 AM PDT
Às vezes acontece, a casa é invadida, levam tudo e acabou, você nunca mais vê seus pertences. Não foi o caso.
Um grupo de ladrões invadiu o Serviço de Assistência às Vítimas de Violência Sexual em San Bernadino, Califórnia e levou seis computadores, um notebook e uma mala com itens de valor.
Mais tarde, a polícia ligou para Candy Stallings, diretora executiva da organização, para avisar que havia mais atividade suspeita ocorrendo nos arredores do escritório.
Quando ela chegou ao local, veio a surpresa. Todos os itens estavam em um carrinho de compras, com o seguinte bilhete:
mal-ae
“Não tínhamos a menor ideia do que estávamos roubando. Eis suas coisas de volta. Esperamos que vocês possam continuar fazendo diferença na vida das pessoas. Deus os abençoe.”
Ladrões de bom coração.
Nota do Editor: Vi lá no Trabalho Sujo, que viu no Huffington Post.

DEMOCRACIA...

Estado tem dispositivo secreto para investigar civis

  • Decreto de 2005 estabeleceu ‘Doutrina de Inteligência’. Defensores públicos contestam medida
Antônio Werneck (Email · Facebook · Twitter)
Publicado:
Atualizado:
RIO - Um dispositivo classificado com grau de sigilo reservado, contido no decreto estadual 37.272, publicado em 1º de abril de 2005 pela então governadora Rosinha Garotinho e mantido por Sérgio Cabral, possibilita que o setor de Inteligência da PM investigue civis, função constitucionalmente exclusiva da Polícia Civil. Foi com base nesse decreto, que estabeleceu a “Doutrina de Inteligência de Segurança Pública do Rio”, que a PM desencadeou em março deste ano uma operação no complexo de favelas do Caju, que prendeu moradores sem envolvimento em crimes.
O assunto também está na base de outra polêmica: o fato de PMs, em vez de encaminharem o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza para a delegacia, o terem levado para a sede da UPP na Rocinha. Ele está desaparecido desde então.
O direito de o setor de Inteligência da PM de investigar está sendo contestado pelos defensores públicos do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Rio. Eles afirmam que a investigação da PM no Caju tinha “graves equívocos, divulgação de imagens que não correspondiam aos nomes e apresentação de pessoas honestas e trabalhadoras como se traficantes fossem”. Os defensores também recorreram à Justiça do Rio para ter acesso ao conteúdo integral do decreto 37.272, incluindo o processo nº E-09/891/0010/2005, considerado pelo estado como sigiloso.
Para os defensores, a ação no Caju “sugere o desvirtuamento do Serviço Reservado (P-2)”, cuja função é “subsidiar o trabalho da Corregedoria da corporação militar, não cabendo, em tese, investigação de civis”.
A PM negou que tenha havido investigação no Caju, afirmando ter sido feito um trabalho de inteligência. Já o Ministério Público estadual informou ter arquivado ontem a investigação por usurpação de função contra o coronel José Luís Castro Menezes, novo comandante da PM.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/estado-tem-dispositivo-secreto-para-investigar-civis-9438379#ixzz2blt9lCeK
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domingo, 11 de agosto de 2013

ARTE É ARTE

Crítico traça guia para navegar por 150 anos de produção artística

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CASSIANO ELEK MACHADO
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RESUMO Autor de "Isso é Arte?", Will Gompertz afirma que os artistas nunca se guiaram tanto como agora pela relação com o dinheiro e diz que isso define a ausência de crítica quanto ao que se produz e exibe. Para o editor da BBC, falta ao grande público informação que permita ficar à vontade para avaliar a produção atual.
*
O cliente que pede "quero esta em azul" e que ouve o lojista responder "esta só vou ter bege", numa loja da cadeia Gap na 5ª Avenida, em Nova York, não tem como saber, mas naquela mesma esquina começou o maior terremoto da arte do século 20.
Numa segunda-feira de início de abril, em 1917, outro cliente entrou no estabelecimento que então ocupava o número 118 da avenida, a tradicional loja de ferragens J.L. Mott e, daquela barafunda de maçanetas, pias e banheiras de ferro, saiu carregando no colo um mictório de porcelana branca.
O nome do rapaz, claro, era Marcel Duchamp (1887-1968), e o tal urinol, igual aos que eram instalados em milhares de banheiros comuns, se converteria pouco depois na "obra de arte mais influente criada no século 20".
As aspas são do inglês Will Gompertz, 47, editor de artes da emissora britânica BBC e ex-diretor da Tate Gallery, em Londres. E é com este episódio emblemático, do mictório que o artista francês transformou numa "escultura" chamada "Fonte", que ele abre o seu livro "Isso É Arte?" [Zahar, tradução Maria Luiza X. de A. Borges, R$ 59,90, 464 págs.], recém-lançado no Brasil.
Pouco importa que Duchamp não tenha conseguido à época expor o urinol e que a peça "original" tenha se perdido. Até a concepção de "Fonte", era o meio (tela, madeira, papel, mármore) que ditava o modo como o artista trataria da realização de sua obra. "Duchamp queria inverter isso. Considerava o meio secundário: o primordial era a ideia", escreve.
Gompertz não nos conta nada de revolucionário com isso. Há muitas décadas críticos e historiadores de arte de todo o mundo vêm mascando nervosamente esse momento de epifania artística. Mas não haveria outro começo para o livro que ele decidiu escrever.
Ao longo de centenas de páginas, o autor se propõe a discutir a pergunta expressa no título, segundo ele bastante frequente a espectadores cada vez mais numerosos de mostras mundo afora -e a fonte da questão foi o urinol.
O visitante do museu olha a cama desfeita e amarfanhada, com lençóis manchados (obra de 1998 da britânica Tracey Emin), ou o tubarão-tigre num aquário com formol (escultura de 1991 do também inglês Damien Hirst), coça o queixo e questiona: "Isso é arte?".
O escritor peruano Mario Vargas Llosa responderia que não, como expressa com veemência em "A Civilização do Espetáculo" [Alfaguara, tradução Ivone Benedetti, R$ 34,90, 208 páginas], analisado no texto ao lado.
Mas, para Gompertz, obras como o célebre tubarão de Hirst não só são arte como constituem grandes marcos do maior movimento em voga hoje, que ele ensaia batizar de "artetenimento" ou simplesmente de "empreendedorismo". O autor inglês, que virá ao Brasil pela primeira vez em setembro, como convidado da Bienal Internacional do Livro do Rio, conversou com a Folha por telefone sobre o cenário da mercantilização da arte.
*
Folha - Em "Isso É Arte?" o sr. enfatiza os aspectos financeiros do universo artístico e toma o leilão promovido por Damien Hirst em 2008 como um marco de um "movimento" atual, o empreendedorismo. Por que tamanho destaque para essa mercantilização?
Will Gompertz - É um encontro muito interessante o da arte com o dinheiro. Quase sempre foram sinônimo, como vimos no tempo dos Médici, em Florença, e na relação de Leonardo da Vinci com as cortes italianas. A novidade do momento que vivemos é que a relação entre dinheiro e arte ficou mais explícita, até um ponto, recente, no qual o artista virou literalmente um homem de negócios. Os artistas estão cumprindo a profecia de Andy Warhol de que a arte seria feita em fábricas. Artistas como Jeff Koons estabeleceram verdadeiras indústrias para elaborar obras para um mercado em crescimento constante. Antes abasteciam Europa e EUA, agora vendem para todo o planeta.
Como a relação entre dinheiro e arte tende a afetar a qualidade da produção artística?
Ela tem um efeito ruim para a arte em geral. Não acho que, de um ponto de vista histórico, a relação do artista com seus mecenas ou com homens de negócios tenha sido negativa. O impressionismo e o expressionismo abstrato, por exemplo, provavelmente não teriam sobrevivido sem o apoio inicial de agentes e outros investidores. Mas agora as coisas mudaram: o dinheiro assumiu um protagonismo inédito. E artistas gastam milhões de libras para produzirem objetos gigantescos e lustrosos, que parecem menos interessantes do que o que realizavam quando não tinham dinheiro algum.
Sandro Castelli/Arte Folha
Por outro lado, o sr. aponta que nunca tantas pessoas frequentaram exposições de arte como agora. Esse movimento não pode funcionar como um antídoto para a "mercantilização" artística?
É por isso que decidi escrever o livro. Há um grande público que precisa das informações históricas, para que possa decidir por conta própria o que acha que é boa ou má arte. Vivemos numa época em que nos é imposta a ideia de que tudo o que está em museus ou galerias é maravilhoso. Não há mais crítica a nada. Isso tem claramente relação com a mercantilização da arte e com todos esses museus que escolhem colecionadores milionários para serem conselheiros. Uma vez que o nome de um artista é estabelecido, não interessa a ninguém que seu valor de mercado seja afetado.
Há, portanto, desonestidade e corrupção no sistema. Isso significa que nós, os espectadores de arte, nunca temos ajuda. Um filme de Woody Allen ou um livro de um escritor famoso pode ser bem ou mal avaliado. Na arte é tudo bom.
O sr. faz um grande esforço para explicar por que centenas de artistas são realmente artistas, e não charlatões, mas não para mostrar que algum grande artista é um enganador. Por quê?
Acho que os verdadeiros charlatões são alguns colecionadores. O artista faz suas obras, e esse é o papel que cabe a ele. Se o colecionador ganancioso decide comprá-las só porque o nome do artista é conhecido, ele é que é o enganador.
Não existem obras de arte ruins que mereçam ser apontadas como tal?
O que eu tento fazer no livro é guiar as pessoas para o que é bom, o que não significa afirmar, e é o que eu acho, que 99% da arte produzida hoje é ruim, da mesma forma que a maior parte dos livros, filmes ou peças recentes não são muito bons. Não creio que faça sentido escrever um livro sobre a arte que não é boa. Seria estimular as pessoas a verem o que é ruim. Quero ajudar as pessoas a fugirem do que é um lixo apontando obras que merecem seu tempo.
No ensaio "O Pintor da Vida Moderna", de 1863, Charles Baudelaire dizia que "poucos homens são dotados da capacidade de ver". Após 150 anos, nós enxergamos melhor?
Acho que não. Talvez ainda pior do que há 150 anos. Tornamo-nos obcecados por nós mesmos. É a geração "eu". Você vê pessoas andando nos parques olhando para seus celulares, sem nem conseguirem manter uma conversa com o vizinho. Hoje há muito pouca gente apta a enxergar a vida além de suas experiências mais pessoais. A objetividade parece ser uma ação em queda no mercado.
A aproximação de multidões de pessoas à cultura da fotografia, com a difusão do digital e de aplicativos como o Instagram, não pode ajudar a educar o olhar?
Acho que isso só faz as pessoas se interessarem cada vez mais por elas mesmas e pararem de prestar atenção no universo do outro.
O sr. faz um trabalho de grande síntese, ao aglutinar 150 anos de arte. O sr. acredita que tenha conseguido acrescentar elementos novos à narrativa dessa história?
Acho que a razão de existir do livro é olhar a arte moderna a partir do século 21. Muitos o fizeram no século 20, mas faltava uma visão nova. O realmente novo, entretanto, seria um olhar para o que aconteceu nesse período fora da Europa e dos EUA. O que acontecia na China, na África, na América da Sul, nas áreas ignoradas pelo
"establishment"? Esse talvez seja o tema de meu próximo livro.
Divulgação
Mapa dos movimentos da arte moderna feito por Will Gompertz para o livro "Isso É Arte?"
Mapa dos movimentos da arte moderna feito por Will Gompertz para o livro "Isso É Arte?"
Em sua história da arte, o sr. faz referências ao universo pop, como "Onde Está Wally?", Beyoncé, "Os Simpsons" e Susan Boyle. O sr. usou esses elementos a fim de atrair um público novo?
Sim, eu considero essas referências muito importantes para meu trabalho. O que quero afirmar ao citá-los é que a arte não existe só dentro da bolha dos artistas. Ela reflete a vida cotidiana. Deveríamos nos sentir tão confortáveis com a arte quanto nos sentimos com "Os Simpsons".
O sr. cita o Brasil em três ocasiões no seu livro, ao se referir ao Carnaval do Rio, a Brasília e ao artista contemporâneo Cildo Meireles. O sr. já esteve no país?
Não, e estou ansioso para chegar aí para a Bienal do Livro do Rio. Cito Meireles porque, na minha opinião, é um dos melhores artistas do mundo. É um gênio. Também sou um grande fã de Helio Oiticica e de Caetano Veloso, um de meus cantores preferidos.
O sr. tomou a decisão de não citar as fontes bibliográficas de sua pesquisa. Houve alguma obra central para a sua pesquisa?
Não. Usei muitos catálogos de mostras individuais de artistas. Também consultei instituições de pesquisa, visitei acervos e falei com curadores e críticos. Foram fontes mais importantes do que livros gerais de história da arte.
O sr. não menciona no livro diversos artistas contemporâneos destacados, como Anselm Kiefer, Gerhrad Richter, Anish Kapoor, Bill Viola. O sr. não acha que eles sejam de grande importância? Ou foi por uma questão de espaço?
A estrutura do livro foi construída em torno das escolas de arte moderna, não dos artistas. Trato essencialmente dos artistas que estabeleceram esses movimentos. No universo do expressionismo, por exemplo, eu começo em Van Gogh, em 1880. Mas o expressionismo continua até hoje, com grandes artistas como Kiefer. Eu poderia ter feito um livro inteiro só sobre o expressionismo, ou sobre Picasso, mas, por conta do formato que escolhi, tive de deixar alguns autores icônicos de lado.
É impressão ou o sr. gosta mais de Cézanne do que de Picasso?
Essa é difícil. Os dois foram colossos. Foram mestres e gênios e não consigo pensar numa obra da qual eu goste mais do que a pintura "O Retrato de Gertrude Stein" (1906), de Picasso. Mas Cézanne foi mais consistente e inovador. Picasso não poderia ter acontecido sem Cézanne.

NÃO EXISTE COMUNIDADE ONDE SÓ UMA PESSOA FALA

Grupo Fora do Eixo é chamado de 'seita' por ex-integrante

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FABIANO MAISONNAVE
DE SÃO PAULO
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De franco-atirador a vidraça. Alçado à fama durante os protestos pela cobertura ousada e hostil à polícia, o grupo Mídia Ninja passou a ser alvo de duras críticas nos últimos dias por ex-integrantes e ex-colaboradores.
Em textos divulgados nas redes sociais, acusam a organização de agir como uma "seita" e de promover uma escravidão "pós-moderna" por não remunerar artistas em eventos que são patrocinados com dinheiro público.
O alvo direto dos ataques é o Fora do Eixo (Fde), organização mais ampla responsável pelo Mídia Ninja --os integrantes são os mesmos--, mas com foco maior em produção de eventos culturais.
Surgido há cerca de dez anos, tem presença declarada em 200 cidades. Em várias, há casas coletivas, onde moram e trabalham seus integrantes. Só no ano passado, o grupo movimentou R$ 13 milhões, entre festivais de arte e consultorias.
Um dos depoimentos mais fortes é o da jornalista Laís Bellini, que morou no ano passado na principal casa da organização, no centro de São Paulo. Ali, conviveu com Pablo Capilé, 34, fundador do Fde, a quem chama de "rei" de uma "ditadura monárquica" que promove o "escravismo mental e financeiro" da "seita".
Em texto publicado no Facebook, Bellini afirma que, sem receber salário, era submetida a uma carga intensa de trabalho, incluindo afazeres domésticos, que, apesar da promessa de "horizontalidade", não incluíam os líderes do Fde.
Ela diz que a organização lhe deve R$ 4.500, dívida que inclui passagem aérea comprada com o cartão de crédito de sua mãe.
Ela acusa ainda o Fde de usar a estratégia de "catar e cooptar": militantes orientados a seduzir potenciais integrantes do grupo.
"Essas conversas acontecem em reunião e ali é definido o nome da pessoa que vai partir pra cima", diz ela.
OUTRO LADO
Em entrevista à Folha ontem, Capilé disse que se trata de "críticas radicais" e de uma "soma de exceções" e que há muito mais pessoas envolvidas com o Fde --cerca de 2.000, segundo ele-- do que detratores.
O ativista e produtor cultural nega que haja personalismo em torno dele e do Fde. Como exemplo, diz que o Mídia Ninja tem vida própria, com a maioria dos colaboradores de fora do grupo.
Capilé diz que a casa é aberta. "Isso é invenção, não existe uma orientação por parte do movimento sobre com quem as pessoas têm de se relacionar."
Sobre o dinheiro cobrado por Bellini, ele admite que "tem erro" e diz que é a favor da remuneração de artistas.

NÓS AQUI DE UBATUBA NÃO SABERÍAMOS VIVER COM ESSE CAOS

Em corredor, velocidade de ônibus é o dobro da de carro

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CÉSAR ROSATI
DE SÃO PAULO
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Parar de carro está cada vez mais fácil no corredor norte-sul em São Paulo.
Desde a inauguração da faixa exclusiva de ônibus, na última segunda-feira, os carros mais param do que andam na via composta pelas avenidas 23 de Maio, Rubem Berta, Moreira Guimarães e Washington Luís.
Na última semana, a reportagem percorreu todos os dias os 10,4 km da nova faixa e constatou que a velocidade média dos carros foi a mesma de um patinete elétrico para crianças: 11 km/h.
Enquanto isso, a velocidade média dos ônibus chegou a 24 km/h dentro das faixas exclusivas, mais que o dobro da dos carros.
De acordo com números da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), um ônibus que parte do centro até o aeroporto de Congonhas gasta, em média, 30 minutos. Um carro leva 56 minutos para vencer o mesmo trecho.
Carlos Augusto Linhares de Araújo, motorista da linha 509-M (Jardim Miriam - Terminal Princesa Isabel) diz não gostar de lembrar do "pesadelo" que era a 23 de Maio antes das faixas exclusivas.
"Era uma tortura entrar no corredor norte-sul. Agora a situação ficou bem melhor e o maior beneficiário é o passageiro", conta.
O enfermeiro Marcelo Rodrigues Damasceno, 36, aprovou a mudança. Ele vai todos os dias de ônibus do terminal Bandeira até a região do Jardim Capelinha. Antes da faixa exclusiva, demorava uma hora e meia no trajeto.
Agora, gasta meia hora a menos. "Melhorou bastante meu dia a dia", disse.
A faixa exclusiva também tornou a passagem de ambulâncias pelo corredor, que atende os principais hospitais da cidade, mais veloz.
Segundo o motorista de ambulância Valter dos Santos Leonardo, do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), a nova faixa otimizou o trajeto.
"Antes era preciso desviar dos carros, ônibus e motos na 23 de Maio. Agora temos um corredor único. A diferença pode salvar uma vida."
Por enquanto, quem não respeitar a exclusividade da faixa não será multado, mas a moleza está próxima do fim.
A CET ainda não definiu uma data, mas diz que as multas (de R$ 53,20 e três pontos na carteira) começam "quando todos os trechos exclusivos para os ônibus estiverem implantados e em operação".
NOVA FASE
Amanhã começa a funcionar o terceiro trecho de faixas exclusivas do corredor norte-sul, com 13 km, nas avenidas Washington Luís, Interlagos e do Jangadeiro, até a avenida Teotônio Vilela.
O horário de funcionamento será o mesmo dos outros trechos, das 6h às 22h. Ainda haverá outra ampliação da faixa até a av. Atlântica, ainda sem data.
Com o terceiro trecho, a gestão Fernando Haddad (PT) chega a 113 km de faixas implantadas. A meta é chegar a 220 km até o fim do ano
Rivaldo Gomes/Folhapress
Trecho de faixa da avenida Moreira Guimarães próxima ao viaduto Julião da Costa Aguiar, no sentido bairro
Trecho de faixa da avenida Moreira Guimarães próxima ao viaduto Julião da Costa Aguiar, no sentido bairro
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ESSA GATA É DE PARATY E TÁ PODENDO

"Jamais faria 'bigodinho de Hitler' na terra de Fidel", diz Nanda Costa sobre sua depilação para "Playboy"

  
11/08/2013 - 14h02
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DE SÃO PAULO
Nanda Costa usou o bom humor para responder as críticas sobre o fato de não ter feito depilação íntima para suas fotos da edição de aniversário da "Playboy".
"Jamais faria 'bigodinho de Hitler' na terra de Fidel! #semmais", escreveu a atriz em seu Instagram, como legenda de uma foto em que aparece Fidel Castro.
Ela se referia a um famoso tipo de depilação feminina nos órgãos genitais.
Em outra imagem, também publicada neste domingo (11), Nanda mostra um punhado de cabelos no chão, junto de um barbeador e seus pés. "Ok. Assunto encerrado", escreveu ela.

Nanda Costa

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Divulgação
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Nanda Costa na capa da "Playboy" de agosto

PARA OS AMANTES DA LOIRA GELADA

Com bomba de gasolina no salão, bar ensina os clientes a fazer cerveja

As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações
RAFAEL ANDERY
DE SÃO PAULO

Não se deixe enganar pelo café que esse bar, o Tchê Café, leva no nome, pois a bebida de excelência do lugar sempre foi a cerveja.
Com uma carta que oferece quase 300 rótulos de 17 países, o cliente tem ao seu dispor boas opções como a alemã Schneider Tap 7 (R$ 21,80).
A casa oferece uma vez por mês um curso prático de fabricação de cervejas, que consiste em um dia de aulas com café da manhã e almoço inclusos. A próxima turma começa no dia 17.
Gabriel Cabral/Folhapress
"Uma bomba de gasolina adaptada serve o chope do Tchê Café" - Gabriel Cabral/Folhapress
Uma bomba de gasolina adaptada serve o chope do Tchê Café

HOJE É O DIA DE SER MAIS FELIZ

Restaurantes oferecem pratos tamanho família neste Dia dos Pais

DE SÃO PAULO
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Confira quatro opções de restaurantes na capital paulista nos quais é possível dividir pratos com a família no almoço deste Dia dos Pais.
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COCO BAMBU
O Camarão da Taíba (R$ 130,50) serve até quatro pessoas. São camarões empanados e recheados de tomate seco e Catupiry, guarnecidos de arroz cremoso com rúcula.
Informe-se sobre o local
Tadeu Brunelli/Divulgação
Camarão de Taíba, do Coco Bambu, serve até quatro pessoas
Camarão de Taíba, do Coco Bambu, serve até quatro pessoas
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MANGIARE
A bisteca à fiorentina (R$ 180, 1 kg) alimenta até três pessoas e é servida com batatas rústicas e salada de agrião e tomates. Quem pedir o prato ganhará um tiramisù.
Informe-se sobre o local
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VIA CASTELLI
O bacalhau à Setúbal (posta cozida, acompanhada de vagem, batatas e brócolis) volta a ser servido apenas na data. A porção para dois comensais custa R$ 130.
Informe-se sobre o local